Luanda combinou, nesta terça-feira, 11 de Novembro, simbolismo, homenagens, história e orgulho nacional, reunindo mais de 10 mil assistentes, forças de defesa e segurança, e dignitários de diversas partes do mundo.
Nos festejos dos 50 Anos da Independência Nacional, no coração do Memorial Dr. António Agostinho Neto, local que preserva parte da história política de Angola, estiveram os presidentes da Namíbia, Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Príncipe, Guiné Equatorial e da República Árabe Sarahui Democrática.
Também marcaram presença antigos Chefes de Estado africanos, vice-ministros de países como Japão, Venezuela e Coreia do Sul, e representantes de diversas nações irmãs que acompanharam Angola desde os primórdios da sua soberania.
Houve lugar para uma profunda homenagem com a deposição de uma coroa de flores no sarcófago de António Agostinho Neto, fundador da Nação e primeiro Presidente da República de Angola, seguida de um minuto de silêncio em memória ao líder que concretizou a liberdade nacional.
Seguiu-se a interpretação do Hino Nacional, executado pela Orquestra Nacional de Angola, enquanto a voz lírica de Emanuel Mendes trouxe emoção e intensidade à solenidade.
Um minuto de silêncio foi observado em homenagem aos heróis da luta pela independência, como reconhecimento ao sacrifício de todos que tornaram a liberdade possível.
O ponto marcante da cerimónia foi a outorga da Medalha Comemorativa dos 50 Anos da Independência Nacional - Classe de Honra - a António Agostinho Neto, o Pai da nação angolana.
No seu discurso, o Presidente João Lourenço destacou a grandeza do legado de Neto e referenciou a importância de preservar a unidade e soberania nacional, lembrando que todos os angolanos têm a responsabilidade de trabalhar pelo progresso e desenvolvimento do país.